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Parcerias contribuem com atividades agrícolas do Campus

Gestores firmaram cooperação com empresa e instituições de ensino e pesquisa para desenvolver trabalhos científicos na unidade do IFMA
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 26/05/2017 12h30
  • última modificação 26/05/2017 12h30

No Colégio Técnico de Floriano (CTF), no Piauí, gestores estabeleceram parceria para a doação de animais

O Campus do IFMA no município de São Raimundo das Mangabeiras vem estabelecendo parcerias com instituições do setor agropecuário de outros estados, voltadas para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão da unidade. As iniciativas resultaram da ação do Departamento de Desenvolvimento Agropecuário e Empreendedorismo (DDAE).

Uma das parcerias, com o Colégio Técnico de Floriano (CTF), vinculado à Universidade Federal do Piauí (UFPI), visou à cooperação técnica para a obtenção de caprinos e ovinos. A articulação surgiu a partir da necessidade do Campus Mangabeiras em atender ao Setor de Caprinos e Ovinocultura, e envolveu gestores das respectivas instituições. Do IFMA, engajaram-se no processo o diretor-geral Jânio Fernandes da Silva, os veterinários Rafael Soares dos Anjos e Glenda Lima de Barros (também diretora de pesquisa e extensão), e ainda Márcio Alves Carneiro, professor de Ciências Agronômicas e chefe do DDAE. Quanto ao CTF, foi representado pelo diretor Ricardo de Castro Ribeiro Santos e o médico veterinário e professor João Mendes Frazão Sobrinho.

Como resultado da parceria, o Campus Mangabeiras recebeu amostras de ovinos e caprinos doadas pelo CTF: três caprinos da raça Anglo Nubiana e igual número de ovinos da raça Santa Inês foram entregues no dia 16 de maio (terça-feira). Os animais serão utilizados em atividades de ensino, pesquisa e extensão. Márcio Carneiro considerou a parceria positiva por instrumentalizar os professores em suas atividades de aula prática.

Com a Embrapa Meio-Norte, unidade descentralizada da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, o Campus Mangabeiras firmou acordo para receber a doação de 20 aves do tipo galinha caipira, conhecida como “canela preta”. Centro de pesquisa ecorregional, a unidade da empresa atua na promoção do desenvolvimento do agronegócio pela oferta de tecnologias que dinamizam a produção e a produtividade da região, mais precisamente no Piauí e Maranhão.

Na sede da Embrapa Meio-Norte, em Teresina (PI), Jânio Fernandes e Márcio Carneiro trataram com o analista e pesquisador Marcos Jacob de Oliveira Almeida, do setor de transferência de tecnologia, que trabalha com conservação de recursos genéticos. “As atividades práticas dos professores eram realizadas fora do campus, e agora os alunos terão oportunidade no próprio campus”, disse o diretor-geral do IFMA em Mangabeiras, ressaltando a vocação agrícola dessa unidade do Instituto. Ele informou que outras parcerias se encontram em andamento.

Da cidade de Petrolina (PE), a empresa Econexus Agronegócios LTDA. forneceu ao Campus Mangabeiras, para utilização em aulas práticas, híbridos de melão e melancia da marca japonesa Takii Seed, que tem bases de negócios em países da Ásia, Europa e América. A cooperação foi estabelecida com a mediação de Eugênio José Ferreira da Silva, técnico em Agropecuária do Instituto, e de Reginaldo Brito, representante comercial da companhia parceira. “A empresa visa a difundir a tecnologia para conhecimento no campo e mercado consumidor”, explicou Reginaldo Brito.

Segundo informações do Campus Mangabeiras, o DDAE apoia a pesquisa e a extensão, além de promover o desenvolvimento tecnológico, a inovação e o empreendedorismo, por meio da integração entre o campus, as empresas e a sociedade em geral. O Departamento atua em setores produtivos com potencialidade para a região de São Raimundo das Mangabeiras: dentre outros, fruticultura irrigada (banana, acerola, maracujá e mamão), apicultura, avicultura, horticultura, bioforte (batata e mandioca), forragicultura e viveiro para produção de mudas. Em fase de implantação, há trabalhos ligados à caprinocultura, ovinocultura e piscicultura, compondo sistemas integrados de produção de alimentos (“Sisteminha Embrapa”), com previsão de serem concluídos no segundo semestre de 2017.

“Nosso objetivo é criar vitrines tecnológicas e pedagógicas, bem como aproximar o produtor rural e a comunidade. Temos boas expectativas para os setores, acreditamos no crescimento econômico e sustentável do Cerrado Sul Maranhense com tecnologias que atendem ao pequeno e médio produtor”, considerou Márcio Carneiro, enfatizando a aposta nas unidades produtivas que estão sendo montadas como difusoras de tecnologias, tanto com finalidade educacional quanto para disseminar processos acessíveis e inovadores.

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